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Os Desigrejados surgiram na pesquisa do IBGE no ano de 2010, que divulgou os dados censitários de uma ampla análise, onde, entre outros temas, avaliou a performance da religiosidade do brasileiro. Na pesquisa foi apontada que, em termos de identidade religiosa, o grupo que mais cresceu foi dos que se declararam sem religião. Algo surpreendente no Brasil, que sempre se orgulhou de ser o “o maior país católico do mundo”. Além disso, outro dado divulgado e que muito chamou a atenção foi a identificação de um ator social até bem pouco tempo inexistente no extrato religioso em nosso território: o evangélico nominal, isto é, sem vínculo eclesiástico, ou desigrejado.

O primeiro a citar, pesquisar e argumentar foi Augustus Nicodemus Lopes, em abril de 2010, um artigo intitulado “Os Desigrejados” e assim popularizou o conceito quanto o uso do termo no Brasil.

Em 2010 a Revista Época publica matéria de capa, “A Nova Reforma Protestante”, com evangélicos insatisfeitos com os modelos tradicionais de igreja.

Já em 2011, o Jornal Folha de São Paulo publica uma matéria intitulada “Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas”.

Ainda em 2011, a Revista Isto É publica uma matéria de capa com o título “O Novo Retrato da Fé no Brasil”.

  • Em 2012, surge o livro “Eu quero uma Igreja”, pela Editora Protexto, em Curitiba, ISBN 9788578283100, escrito por AKEL. Esses atualmente estão sintetizados nos cursos autodidáticos, onlines e gratuitos: Dessistematizando, Desteologizando e Desmistificando.

Ligações externas

  • [www1.folha.uol.com.br “GOIS, Antônio & SCHWARTSMAN, Hélio”. Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas. Folha de São Paulo, São Paulo, 2011.]
  • [www.revistaepoca.globo.com Entrevista “REVISTA ÉPOCA”. São Paulo, 2010.]
  • [www.istoe.com.br/reportagem Entrevista “REVISTA ISTO É”. São Paulo, 2011.]